Pesquisa: mais de 70% dos agricultores brasileiros usam digital - Syngenta Digital
Pesquisa: mais de 70% dos agricultores brasileiros usam digital - Syngenta Digital Pesquisa: mais de 70% dos agricultores brasileiros usam digital - Syngenta Digital Pesquisa: mais de 70% dos agricultores brasileiros usam digital - Syngenta Digital Pesquisa: mais de 70% dos agricultores brasileiros usam digital - Syngenta Digital

Pesquisa: mais de 70% dos agricultores brasileiros usam digital

4 min de leitura

Os números são altos: 71% dos agricultores brasileiros utilizam ferramentas digitais. Parte significativa dos produtores do país lança mão de canais virtuais diariamente para situações relacionadas à operação agrícola, segundo um levantamento da consultoria empresarial McKinsey & Company, que traçou perfis do produtor rural com base nos níveis de digitalização […]

por Syngenta Digital
Pesquisa: mais de 70% dos agricultores brasileiros usam digital - Syngenta Digital Voltar
Pesquisa: mais de 70% dos agricultores brasileiros usam digital - Syngenta Digital
agricultores brasileiros
agricultores brasileiros

Os números são altos: 71% dos agricultores brasileiros utilizam ferramentas digitais. Parte significativa dos produtores do país lança mão de canais virtuais diariamente para situações relacionadas à operação agrícola, segundo um levantamento da consultoria empresarial McKinsey & Company, que traçou perfis do produtor rural com base nos níveis de digitalização de suas operações.

A pesquisa The Brazilian farmer’s mind in the digital era é resultado de entrevistas realizadas com cerca de 750 produtores em 11 estados do país. O estudo encontrou pelo menos cinco grupos comportamentais distintos de agricultores, levando em consideração fatores como cultura, tamanho da propriedade e faixa etária.

Agricultores brasileiros tecnológicos

agricultores brasileiros

O estudo destaca os agricultores mais jovens que se dedicam à produção de vegetais como um cluster aberto às tecnologias. Com propriedades um pouco menores quando comparadas às dos grandes produtores de cereais e fibras, os produtores da horticultura vêm investindo na digitalização e são chamados de Young farmers of fresh produce. 

O cenário é analisado por Hugo Shimada, Diretor Administrativo e um dos proprietários da Shimada Agronegócios, como resultado de uma nova forma de olhar para as culturas de hortifruti. “Na parte de tecnologia, as hortaliças ainda são vistas como cultura familiar, mas, aqui na região, não é assim, vemos como uma agricultura empresarial”, conta. 

À frente da diretoria, Shimada comanda as operações de culturas como alho, cenoura e beterraba. Segundo ele, a agricultura digital é fundamental para garantir a qualidade e evitar perdas nessas lavouras, já que são produtos com maior valor agregado. “Para você ter uma ideia, um hectare de alho, por exemplo, vale cerca de R$ 120 mil”, diz.

No entanto, o cluster mais tecnificado, de acordo com o levantamento da McKinsey deste ano, são os produtores à frente de grandes propriedades rurais nas novas fronteiras agrícolas brasileiras, Cerrado e MATOPIBA. 

Jovens e qualificados, eles são nomeados Tech-savvy farmers e fazem parte do grupo de agricultores brasileiros que mais investem em inovação e tecnologia. De acordo a McKinsey, 95% dos growers desse grupo contam com Internet em suas propriedades rurais. 

Engenheiro agrônomo e Especialista em Transformação Digital da Syngenta Digital, Jeremias do Nascimento afirma que esse movimento de digitalização começou com os grandes produtores, pelo tamanho da propriedade e pela necessidade da cultura. “O algodão, por exemplo, é uma cultura em que a qualidade é fundamental, e as ferramentas digitais são importantes para isso”, explica.   

No entanto, segundo o engenheiro agrônomo, esses early adopters têm contribuído para que médios produtores também percebam o valor das soluções digitais em uma operação agrícola. Para Jeremias do Nascimento, o grupo de tecnificados tende a crescer: “a gente percebe que os médios já estão de mobilizando pra adotar o digital”.

No caminho da digitalização

agricultores brasileiros

O grupo de maior relevância numérica — 34% dos entrevistados — é o de empresários dos grãos, chamado de Grains entrepreneus, . Trata-se de companhias agrícolas, com propriedades que vão a até 2.500 hectares e operações mais sofisticadas na região do Cerrado e no Nordeste do nosso país, cujo foco principal está no aumento da produtividade das lavouras de grãos.   

Entre os pequenos produtores, há aqueles que são mais maduros — mais de 55 anos — e que ainda não investiram na digitalização. O grupo Mature co-op members é composto pelos agricultores ligados a cooperativas que produzem cana-de-açúcar, café e grãos. Por fim, o estudo lista os Agri artisans, produtores de café mais maduros e conservadores em relação à tecnologia.  

Confira a pesquisa aqui

Leia mais da categoria:

Posts
4 min de leitura
plantação de arroz

Plantação de Arroz. Tudo que você precisa saber para produzir melhor!

Principal alimento de mais da metade da população do mundo, o arroz é versátil. Seja Branco, negro ou vermelho é opção o dia todo, não apenas na hora do almoço ou do jantar. Ele pode ser servido desde o café […]

Leia na íntegra
Posts
4 min de leitura

Commodities agrícolas: Entenda porque os preços estão subindo tanto

Milho batendo recordes e sendo negociado a mais de R$100,00- o maior valor dos últimos sete anos. Preço do café arábica negociado acima de R$800,00 em algumas regiões do país. Para soja não se via algo tão alto desde 2012- o grão […]

Leia na íntegra
Posts
4 min de leitura

Tratores autônomos dispensam operadores e podem aumentar a produtividade

Os carros autônomos estão bem perto de se tornar uma realidade nas ruas. Testes já foram feitos com sucesso por gigantes como o Google. Até mesmo a Uber promete veículos rodando sozinhos para transportar passageiros. E essa tecnologia pode estar […]

Leia na íntegra