O monitoramento integrado de pragas é uma prática antiga, com um conceito muito conhecido pelos mais diversos produtores do Brasil. Sendo algo extremamente importante para o decorrer da produção, ainda assim, é realizado muitas vezes de forma errônea, devido à […]
O monitoramento integrado de pragas é uma prática antiga, com um conceito muito conhecido pelos mais diversos produtores do Brasil. Sendo algo extremamente importante para o decorrer da produção, ainda assim, é realizado muitas vezes de forma errônea, devido à falta de controle das taxas e índices desatualizados.
O MIP compreende a utilização dos mais variados métodos de controle, e não apenas o químico, como muitos pensam. Para um funcionamento efetivo deste meio, é necessário que o produtor entenda que existe um planejamento que vai além. É necessário saber informações não só sobre a cultura plantada, mas também sobre as pragas ali presentes, e a maneira correta que cada uma age para realizar com precisão o controle.

Por definição, pragas são organismos vivos como insetos, fungos e plantas daninhas, que entram em conflito com algum interesse humano. Elas podem causar prejuízos em plantas cultivadas, produtos armazenados ou gado.
Cada cultura sofre com um tipo de praga, sendo elas relativas no tempo e espaço. Isso porque a variação ocorre de acordo com as prioridades do produtor, além de outros fatores importantes como clima, propriedades do solo, tempo de plantio, entre outros. A praga que, para uma cultura é sinal de queda de produção, para outras, significa um controle de danos muito maior.

Saber realizar o controle de danos na hora certa é sinal de economia para o produtor em diversos fatores. Para isso, são necessários alguns estudos sobre a densidade populacional da praga, tais como número de insetos, danos causados na cultura (se houveram) e qual foi a perda na produção até o momento. Após isso, é possível classificar em que nível sua produção se encontra. Sendo eles classificados como:

Existem várias formas de controlar que as pragas causem danos econômicos e produtivos, ou até mesmo se instalem em grande proporção. Após entender como cada uma delas age e o nível de dano, é possível colocar em práticas alguns métodos para reverter a situação, e manter o controle da lavoura.
A tecnologia, mais uma vez, vem para solucionar este problema no agro. Realizar monitoramentos com o auxílio de softwares deixa tudo mais organizado, pois o produtor terá todas as informação em qualquer lugar que estiver. Os pontos amostrados ficam georreferenciados, sendo possível identificar as áreas de maior infestação na propriedade, podendo assim realizar aplicações localizadas, otimizando a gestão e promovendo economia.
O agronegócio é um dos poucos setores da economia que estão em crescimento durante a crise econômica. Na Bahia, o agronegócio impulsionou o Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre deste ano, com crescimento de 30% em comparação com o […]
Leia na íntegra
Um tema intenso, rodeado de mitos e medos, muitos de nós prefere evitar pensar sobre sucessão, enquanto outros tantos desconsideram por completo a possibilidade (real e concreta) de se deparar com a ausência do gestor – quer seja por doença, […]
Leia na íntegraTerceiro maior produtor mundial de frutas, com cerca de 45 milhões de toneladas ao ano, e um mercado de hortaliças diversificado, o Brasil tem uma grande questão em 2021: como fica o ramo de hortifruti em meio à nova onda da pandemia do coronavírus? Segundo a Embrapa, 35% da produção das frutícolas vão para o […]
Leia na íntegra