O trabalho no campo mudou. O trabalhador rural brasileiro, que antes fazia colheita e plantio de forma manual, agora opera máquinas e sistemas das mais altas tecnologias. A inovação é o resultado da corrida do país pela competitividade mundial – […]
O trabalho no campo mudou. O trabalhador rural brasileiro, que antes fazia colheita e plantio de forma manual, agora opera máquinas e sistemas das mais altas tecnologias. A inovação é o resultado da corrida do país pela competitividade mundial – e tem mostrado resultados.
Adalberto Bião, especialista em recursos humanos e um dos gestores do AgroGente (grupo de profissionais de Recursos Humanos que dá apoio a gestão do campo desde 2013), destaca que o Brasil ganhou visibilidade internacional graças ao trabalho de empreendedores, produtores e pesquisadores, como os da EMBRAPA. Em conjunto com estes avanços, implementos agrícolas foram mecanizados e aprimorados, exigindo do trabalhador acompanhar a evolução.
A mecanização do campo traz diversos benefícios para quem trabalha nas lavouras. Além da maior segurança no ambiente de trabalho, o desenvolvimento caminha junto com a ascensão na carreira. Mas para que o trabalhador acompanhe este movimento de evolução tecnológica, é preciso investir em capacitação. “Todos nós, quando estamos utilizando uma tecnologia, devemos ter acessibilidade à mesma para tirar a melhor performance dela. Um exemplo é o GPS: ele é uma ferramenta muito útil, porém se o usuário não sabe onde está a sua localização e onde quer chegar, o GPS é inútil!” afirma Adalberto.
Capacitação e atualização
Para o especialista, a capacitação é fundamental para promover a evolução do agronegócio. De nada adianta ter os melhores equipamentos e soluções em tecnologia, se os usuários não souberem aproveitar todo seu potencial. “Para proporcionar essa evolução dentro da cadeia produtiva é necessário agregar valor. O desenvolvimento intelectual do capital humano é a principal forma de agregar valor em qualquer negócio.”completa.
Além do trabalhador, o gestor do negócio precisa se atualizar constantemente sobre as boas práticas das empresas em que se inspira, o que é chamado de benchmarking. Assim, ele vai aprender e adaptar inovações ao seu negócio, acelerando o processo de desenvolvimento.
A modernização do agronegócio traz vantagens para o gestor, que terá mais eficiência nos processos, e para o trabalhador, que tem a possibilidade de ganhar experiência e valorizar sua mão de obra.
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