O produtor sabe bem: antes de colher os lucros de uma safra, ele acaba deixando prejuízos no meio do caminho. E o maior deles está ligado à falta de monitoramento correto, especialmente voltado ao manejo das pragas — as grandes […]
O produtor sabe bem: antes de colher os lucros de uma safra, ele acaba deixando prejuízos no meio do caminho. E o maior deles está ligado à falta de monitoramento correto, especialmente voltado ao manejo das pragas — as grandes vilãs da produtividade!
Como você viu no nosso vídeo, 45% da área plantada em todo o Brasil tem problemas com plantas daninhas. E estima-se que esse problema gere quase R$ 9 bilhões em perdas na agricultura do país!
E não para por aí: no caso da soja, a infestação de percevejos pode gerar uma perda de 100% da safra – só para citar um exemplo.
Ninguém quer se deparar com a visita desagradável das plantas daninhas, da helicoverpa, da broca da cana ou do percevejo, não é mesmo? Mas, para a planta crescer saudável sem lhe dar maiores prejuízos, é preciso ficar de olho!
Aplicar o defensivo com base na média do talhão inteiro é arriscado, pois pode haver regiões com nível de infestação alto, enquanto a média não é alta o suficiente para justificar uma ação de controle em toda a extensão. Então, como fazer uma aplicação assertiva e sustentável, evitando desperdícios?
A solução é simples: basta adotar tecnologias de monitoramento na sua produção!
Usando um software de monitoramento de pragas você consegue cortar o mal pela raiz — já que pode agir antes que a praga se alastre. Pensando nisso, apresentamos a você o Strider Protector, software de monitoramento líder de mercado no país.
Veja alguns motivos para investir nessa tecnologia:
O Strider Protector garante que as informações coletadas em campo cheguem ao escritório de forma mais confiável, permitindo uma tomada de decisão mais assertiva e rápida para os problemas de pragas.
Uma das grandes vantagens do sistema georreferenciado é que todo o registro de informações e captação de imagens só pode ser efetuado presencialmente. Por exemplo: o técnico responsável só poderá inserir os dados do monitoramento do “talhão 2” se ele estiver realmente no local. Assim, o produtor consegue acompanhar se as tarefas planejadas estão sendo feitas corretamente.
Você já sabe que aplicar produtos em toda a área é perda de tempo — e de dinheiro, não é? Por isso, aplicar bem, no local certo e só onde for necessário, faz toda a diferença!
Entre os seus recursos, a tecnologia é capaz de gerar mapas de calor identificando as áreas com dano e em controle e indicando onde as aplicações devem ser realizadas. O software entrega um arquivo (shape file) para ser inserido direto na máquina, sem precisar passar por nenhum outro lugar. Com o arquivo definindo as áreas específicas para aplicação, pode-se pulverizar somente as áreas que atingiram o nível de controle.
Como os dados são registrados automaticamente por tablets e celulares, que geram relatórios a cada coleta, o produtor sabe a hora certa de tomar a decisão.
Por meio de um sistema adequado, é simples resgatar gráficos e relatórios para verificar dados como a eficiência de um defensivo, e até mesmo criar um senso de aprendizado ao passar das safras.
Além disso, é possível acessar todas as informações da propriedade por meio de um painel web. Dessa forma, os dados da fazenda ficam mais acessíveis para análise. Um sistema que agrega todas as informações da safra, desde o tratamento do solo até a colheita, com detalhes das aplicações, infestações e muitos outros, deixa a gestão muito mais funcional. Para obter certificações, como as do café, esse tipo de investimento é praticamente obrigatório!
Como você viu, adotar tecnologias no seu agronegócio é imprescindível neste século. Logo, a recomendação final e mais importante é que produtores, técnicos e operadores façam regularmente o monitoramento geral da safra, já que não saber quanto se perde significa não saber quanto se pode ganhar.
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