Satélite x Drone: qual a melhor opção para o sensoriamento remoto da lavoura? - Syngenta Digital
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Satélite x Drone: qual a melhor opção para o sensoriamento remoto da lavoura?

4 min de leitura

Conhecido pela maioria como drone, o também chamado VANT – Veículo Aéreo Não Tripulado vem sendo tendência mundial nos últimos anos. Criado com propósito militar, o dispositivo ganhou os céus e diferentes setores. Na agricultura, serviços que utilizam drones oferecem […]

por Syngenta Digital
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Satélite e drone

Conhecido pela maioria como drone, o também chamado VANT – Veículo Aéreo Não Tripulado vem sendo tendência mundial nos últimos anos. Criado com propósito militar, o dispositivo ganhou os céus e diferentes setores.

Na agricultura, serviços que utilizam drones oferecem principalmente o sensoriamento remoto do campo, atividade já realizada há anos com o uso de satélites. Mas como escolher qual a melhor opção para sua fazenda? A dúvida surge para a maioria dos produtores na hora de fechar negócio, por isso antes de aderir à tendência é importante entender a fundo quais os reais benefícios e limites dos dois vigilantes da lavoura.

Devido a atuação mais próxima do solo, drones são capazes de gerar imagens com resolução de até 2,3 centímetros por pixel. Já no caso dos satélites, a resolução máxima disponível é de 3 metros por pixel. Apesar da vantagem, a maior qualidade de resolução do drone é apenas um dos vários fatores que devem ser levados em conta na decisão do produtor. Neste caso, pagar por um pouco mais de resolução na imagem aérea pode pesar bastante no bolso.

Para se obter informações relevantes para a tomada de decisão, é necessário um mapeamento aéreo constante da fazenda. No caso do drone, cada nova imagem representa um novo vôo. Devido ao limite máximo de altitude, também é comum drones conseguirem registrar somente uma fração da fazenda em cada foto, o que significa que o dispositivo terá que sobrevoar o campo múltiplas vezes e gastar mais tempo para obter uma visão geral.

Os drones utilizados em serviços para agricultura conseguem se manter no ar por no máximo 80 minutos e é necessário permissão especial da Aeronáutica para cada voo. Assim, em fazendas de médio e grande porte, é necessário mais de um voo para se mapear toda a área devido à duração da bateria e ao limite de memória interno do dispositivo. Como resultado, tempo e custo do sensoriamento utilizando drones variam de acordo com a área: quanto maior a fazenda, mais demorada e cara a operação.

Enquanto isso, bem acima das rotas dos VANTs, inúmeros satélites orbitam e registram imagens constantemente. Sem necessidade de planejamento, autorização para voo ou mesmo pilotos, cada satélite pode sobrevoar uma mesma fazenda a cada três dias e meio e capturar em uma única imagem 62,5 mil km².

Além de não ocupar o produtor e demais membros da equipe que ficam livres para realizar outras atividades da fazenda, as imagens são geradas automaticamente sem o custo adicional necessário na operação do drone. Satélites também levam vantagem pelos anos de pioneirismo. Mesmo começando a utilizar o serviço agora, o banco de imagens disponibiliza fotos registradas desde 2009.

O maior risco para o produtor é pagar por novidade e não necessariamente por mais eficiência. Apesar da agitação geral a respeito dos drones, seu custo para a agricultura ainda é alto. Enquanto o sensoriamento remoto de cada hectare custa em média 30 reais por voo, o mesmo serviço realizado por satélites pode chegar ao custo de 5 reais anuais por hectare.

Sensoriamento remoto: quais os benefícios?

O sensoriamento remoto é feito através de sensores capazes de captar espectros de luz como o NIR, sigla do termo em inglês Near Infrared. Assim como o raio-x é utilizado para diagnosticar problemas internos no corpo humano, o NIR fornece dados importantes sobre o estado fisiológico e saúde da vegetação. Disfunções relacionadas a doenças, pragas, componentes do solo, irrigação, erosão e diversos outros podem ser detectadas através de uma única imagem. Essa identificação mais rápida de problemas na lavoura possibilita uma redução significativa de custos e aumento da produtividade, o que vem atraindo muitos produtores para o uso dessa tecnologia.

Apesar de cada vez mais utilizadas na agricultura, somente as imagens NIR não são suficientes para diagnosticar os problemas da plantação. As imagens NIR mostram os sintomas: assim, fica fácil saber com precisão se há ou não problemas e onde eles estão. A partir daí é necessário analisar a área para determinar qual o problema e a melhor forma de combatê-lo.

A grande vantagem é saber exatamente quais pontos de cada talhão precisam de atenção e focar os esforços da equipe onde é necessário. Além de aumentar a eficiência, a tomada de decisão fica mais fácil e rápida.

De fato, o registro de imagens NIR é apenas a primeira etapa de um sensoriamento remoto que traga resultados. Com o tempo, acompanhar e analisar todo o material gerado pode se tornar um trabalho complexo e ocupar um tempo precioso do produtor e sua equipe.

Serviços que utilizam satélites, por exemplo, podem gerar até 4 imagens NIR por mês de uma única fazenda. Para algumas culturas, isso significa quase 50 imagens ao longo de uma safra. Por isso, ressaltamos a importância de unir os dados coletados a um sistema de software capaz de analisá-los com precisão e automaticamente. Mais que o custo, a principal preocupação do produtor deve ser aderir a um serviço de tecnologia confiável, que gere informações úteis e o ajude a tomar as decisões certas no momento certo.

* A Strider agora é Syngenta Digital. A agtech mineira foi adquirida pela Syngenta em 2018, e a fusão foi concluída dois anos depois. A Syngenta Digital é parceira de milhares de produtores agrícolas pelo mundo por meio de tecnologias de gestão e tomada de decisão.

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