Não tem jeito: a tecnologia chegou ao campo para ficar. Trata-se de um primeiro passo para a chamada agricultura do futuro. O diretor do Laboratório de Pesquisas da IBM, Ulisses Mello, falou sobre esse futuro promissor para o agro brasileiro, […]
Não tem jeito: a tecnologia chegou ao campo para ficar. Trata-se de um primeiro passo para a chamada agricultura do futuro. O diretor do Laboratório de Pesquisas da IBM, Ulisses Mello, falou sobre esse futuro promissor para o agro brasileiro, e mostrou como a empresa pode apresentar soluções para o campo.
Nosso foco é justamente a gestão de dados e de segurança, para além da aplicação da inteligência artificial, e isso pode ajudar bastante o produtor. O desafio é saber como usar a digitalização, os dados que estão vindo de várias fontes e, com o aprendizado sobre esses dados, mudar a forma como o agronegócio é executado.
No caso da IBM, somos uma companhia diversa. Na parte de pesquisa, além da análise de dados e inteligência artificial (IA), temos a parte genética, que pode muito bem ser aplicada ao conhecimento sobre as plantas. São muitas as ferramentas com as quais as empresas de tecnologia podem contribuir para evoluir a agricultura do futuro no Brasil.
A cultura de São Tomé, do “ver para crer”, ainda é presente entre muitos agricultores, por isso a tecnologia pode demorar um pouco a ser implementada. Mas percebemos que quando um produto ganha a confiança do mercado, como é o caso de aplicativos de carros particulares, o Brasil tende a perceber o seu potencial e usá-lo muito bem na economia. Então, acredito que pode ocorrer o mesmo com as AgTechs e com essa nova geração da agricultura brasileira.
É preciso treinar, mudar a cultura padrão, educar os gestores da área de agro para que possa acontecer essa transformação de gestão na era digital. Acredito que esses avanços estão vindo rápido, e o agronegócio brasileiro pode aproveitar bastante essas vantagens.
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