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Quando é a hora certa?

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Na busca pelo controle efetivo das pragas, o Manejo Integrado é visto como o movimento adequado para dizimar as invasoras. Usando as diferentes táticas é possível controlar agressores em níveis populacionais e evitar danos econômicos. Paulo Degrande – especialista em […]

por Syngenta Digital
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Na busca pelo controle efetivo das pragas, o Manejo Integrado é visto como o movimento adequado para dizimar as invasoras. Usando as diferentes táticas é possível controlar agressores em níveis populacionais e evitar danos econômicos.

Paulo Degrande – especialista em etimologia e professor pela Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) – falou sobre os métodos de controle e destacou os métodos químicos, biológicos, biotecnológicos e de melhoramento de plantas (resistência) para combater as mais populares pragas. Pensando em tudo isso, listamos indicadores de níveis de controle das pragas do algodoeiro, para orientar quanto ao momento ideal de agir.

Bicudo

Na fase de pré-safra (60 dias antes do plantio), usamos o índice de número de bicudos capturados por armadilha por semana (BAS) para identificar quantas aplicações serão necessárias na fase da emissão do primeiro botão floral: 

  • Índice de > 2 BAS: 3 aplicações de inseticidas a partir da emissão do primeiro botão floral;
  • Índice de 2 > BAS >1: 2 aplicações de inseticidas;
  • Índice de 1> BAS> : 1 aplicação de inseticida;
  • 0 BAS: não aplicar

Lagarta-das-maçãs (Helicoverpa armigera e Chloridium virescens) e Spodoptera frugiperda

Lagarta das Maças (Helicoverpa armigera)

Controlar quando o índice estiver entre 5% e 8% das plantas estiverem infestadas. Ter o cuidado de controlar quando são pequenas, mesmo que a infestação não esteja com 8%, devido à dificuldade de controle das lagartas grandes.

Pulgão

 Combater em até 30 Dias Após Emergência (DAE). 

  • Nas variedades suscetíveis às viroses, ‘doença-azul’ e ‘vermelhão’: controlar com até 3% de plantas infestadas (onde planta infestada é aquela que tem pelo menos um pulgão). 
  • Nas variedades resistentes: controlar com até 40% de plantas infestadas (onde planta infestada é aquela que tem ao menos uma colônia).
  • De 30 a 120 DAE para variedades suscetíveis: fazer a primeira avaliação de virose aos 30 DAE e controlar de acordo com os seguintes critérios:
  • De 120 DAE até o final do ciclo: controlar com até 20% das plantas infestadas com colônias grandes. É importante manter constante avaliação da lavoura e observar se há “melado” nas folhas onde há pulgões. 

Obs.: Até 40 DAE é preciso avaliar 5 plantas por ponto amostral, mantendo 1 ponto amostral por ha. Após, avaliar apenas 1 planta por ponto amostral.


Paulo Degrande é Professor Titular em Entomologia na Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) e na Faculdade de Ciências Agrárias (FCA).

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