O Cropwise Protector nasceu com objetivo de otimizar a operação de manejo de pragas e doenças na lavoura. Hoje, a ferramenta digital é completa e oferece suporte à tomada de decisão em todas as etapas da safra. A fase de crescimento, no entanto, continua sendo […]
O Cropwise Protector nasceu com objetivo de otimizar a operação de manejo de pragas e doenças na lavoura. Hoje, a ferramenta digital é completa e oferece suporte à tomada de decisão em todas as etapas da safra. A fase de crescimento, no entanto, continua sendo “o coração” do sistema, como descreve o Gerente de Produto da Syngenta Digital Diego Ramires.
“O monitoramento de pragas é a proposta de valor central do Protector. O produto gera valor em vários aspectos, mas o coração é o manejo de pragas. No papel, você não tem confiança onde aqueles pontos foram feitos, se aquelas médias representam de fato aquela infestação no talhão”, diz Ramires, que explica as vantagens da coleta georreferenciada: “O georreferenciamento libera a capacidade de você entender o comportamento geográfico das sua pragas”.
No Grupo Mizote, a adesão ao Cropwise Protector trouxe valor ao monitoramento, que se tornou mais preciso e representativo dos problemas da lavoura. “Uma das grandes vantagens do Protector é que dá uma certeza do que está acontecendo no campo. Isso daí é uma coisa fundamental. Você monitora as pragas, e também os monitores têm todo um rastreamento. Você rastreia todo o sistema”, conta Robson Luiz da Silva, consultor na empresa.
Robson Silva relata casos de sucesso com o monitoramento digital: “Você consegue fazer a aplicação localizada. Por exemplo, percevejo na lavoura da soja. Eu consigo ver onde os percevejos entram e, ali, começo a combater eles, para não reinfestar ou infestar toda a lavoura”.
Na última safra, o mofo-branco foi um problema para o Grupo Mizote, que monitorou o fungo por meio do Cropwise Protector. “Teve uma área que a gente viu o mofo-branco, e a gente controlou somente onde estava sendo problema. Não foi necessário aplicar em toda a área”, conta Silva, que reduziu o uso de defensivos.
“Do lado econômico, certamente você economiza defensivos. Do lado ambiental, é que você não aplique em toda a área. Isso daí a sociedade vem cobrando da gente isso, a gente tem que aplicar a dose certa, no horário certo, no momento certo”, avalia.
Os mapas de calor de pressão das pragas e doenças mudaram a forma como os agricultores enxergam a lavoura. Diego Ramires diz que além da média de infestação do talhão, o Cropwise Protector fornece um histórico das áreas. “O produtor toca na tela uma vez e tem um gráfico de evolução dos problemas, ele consegue ver como aquela infestação está se comportando”, explica.
“Não é de hoje que a agricultura tem margens apertadas, e é uma dor muito grande esse custo pro produtor”, diz Ramires, que conclui: “O monitoramento de pragas traz a possibilidade de o produtor tomar decisões mais técnicas, mais conscientes, em prol de uma agricultura melhor, mais eficiente”.
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