A consciência do manejo para evitar a resistência na Cana A consciência do manejo para evitar a resistência na Cana
A consciência do manejo para evitar a resistência na Cana
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A consciência do manejo para evitar a resistência na Cana

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Por Amanda Pimentel A colheita mecanizada da cana é um dos fatores específicos da cultura com maior relevância na mudança em seu cenário de manejo de daninhas, alterando de forma consistente a flora dos canaviais devido a grande quantidade de […]

por Syngenta Digital
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A consciência do manejo para evitar a resistência na Cana

Por Amanda Pimentel

A colheita mecanizada da cana é um dos fatores específicos da cultura com maior relevância na mudança em seu cenário de manejo de daninhas, alterando de forma consistente a flora dos canaviais devido a grande quantidade de palha deixada por ela. Outros fatores também contribuem com a alteração no manejo das plantas daninhas como o fim das queimadas, plantio mecanizado e as mudas pré-brotadas. Anteriormente, a grande preocupação se dava em torno das plantas daninhas de folhas estreitas, atualmente essa atenção se divide com as plantas de folhas largas. Na qual podemos citar: Cordas-de-violas, Merremias, Mamona e Mucuna. “Sendo assim, exigimos cada vez mais dos herbicidas para que de maneira consciente e sustentável atuem de maneira eficaz no manejo das plantas daninhas. É pensando desta forma e estudando os ativos de maneira mais intimista que a UPL realiza o posicionamento do seu portfólio de herbicidas”, explica Rodrigo Koriama, Agrônomo de Inovação e Desenvolvimento na UPL.

E para termos sucesso no combate das plantas daninhas é necessário que boas práticas e a integração entre os manejos seja adotado de forma consciente pelos produtores, segundo Rodrigo.

MANEJO EM TRÊS PARTES

Para alcançarmos este sucesso podemos atuar com os herbicidas em alguns momentos da cultura, conforme descrito:

Dessecação: importante manejo onde se eliminam as plantas daninhas da área, para que se possa plantar o canavial no limpo, neste manejo também podemos utilizar herbicidas pré-emergentes como o Zartan e Up Stage a fim de garantir um residual prolongado até o momento do plantio.

Pré-plantio incorporado: utilizado em áreas onde apresentam altas infestações de plantas daninhas, sendo este manejo imprescindível para a desinfestações destas áreas.

Pós-plantio: momento principal para o combate às plantas daninhas, onde se preconiza a pulverização de herbicidas com ação de pré-emergência das plantas daninhas a fim de garantir um residual suficiente até o fechamento do canavial.

QUATRO DICAS PARA O MANEJO NA CANA

Os cuidados e atenção devem ser comuns à todas plantas daninhas, como bem aconselha Rodrigo, mas vale lembrar que algumas espécies precisam de mais atenção, pelo seu difícil controle. Algumas dicas a seguir foram elencadas por Rodrigo Koriama e são importantes para o manejo de plantas daninhas:

1) Monitoramento: saber o que precisa ser combatido é o primeiro passo para a escolha do manejo correto;

2) Herbicidas: quanto mais conhecimento das características dos herbicidas disponíveis do mercado, melhor será a sua escolha e maior será o sucesso no combate;

3) Tecnologia de Aplicação: tenha seus equipamentos de pulverização em dia, pois precisamos fazer que os herbicidas cheguem no alvo da melhor maneira possível;

4) Recomendação: seguir as recomendações dos consultores técnicos de acordo com a bula dos produtos;

5) Manejo Integrado: para plantas daninhas de difícil controle, apenas um manejo específico pode não ser suficiente, sendo assim devemos entender qual o melhor complexo de ações a serem tomados para obtermos sucesso.

“A resistência não é um assunto comentado entre produtores e pesquisadores de cana, por que ainda não existe nenhum caso identificado sobre a resistência de daninhas na cultura da cana-de-açúcar. Mas, não estamos livres de que possa vir a ocorrer. Sendo assim é muito importante respeitar as recomendações escritas nas bulas e propostas pelos consultores técnicos, bem como realizar sempre um manejo consciente de produtos, com diferentes modos de ação, para que não tenhamos problemas como temos visto nas demais culturas plantadas no Brasil”, finaliza Koriama.

Fonte: Grupo Cultivar

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