A influência das chuvas na cultura da soja - Syngenta Digital
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A influência das chuvas na cultura da soja

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Hoje a principal commodity brasileira é, sem dúvidas, a soja. O sucesso do sistema de produção brasileiro é reflexo de vários fatores como genética, solos férteis, manejo e clima adequado. Destes fatores, o único em que não é possível adotar […]

por Syngenta Digital
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Hoje a principal commodity brasileira é, sem dúvidas, a soja. O sucesso do sistema de produção brasileiro é reflexo de vários fatores como genética, solos férteis, manejo e clima adequado. Destes fatores, o único em que não é possível adotar técnicas agronômicas com o objetivo de controle é o clima.

O clima é importante durante todo o ciclo de desenvolvimento e crescimento da cultura, uma vez que sob uma condição de baixa temperatura média do ar, o ciclo da soja é atrasado. Esse atraso pode resultar em problemas sérios relacionados à disponibilidade hídrica, principalmente no final do ciclo, à medida que o final do período chuvoso se aproxima.

Mas a falta ou excesso de chuvas é o principal fator que afeta a produção brasileira de soja. O regime de precipitação exerce papel fundamental para a cultura, uma vez que esta espécie apresenta uma demanda hídrica importante, chegando a alcançar um pico de consumo de 8mm/dia/planta no período reprodutivo.

Condições ideais de solo

Por conta da pressão pela melhor produtividade das duas possíveis safras no país (três em algumas regiões), é comum que os produtores brasileiros se arrisquem mais e acabem plantando a soja “no pó”. Essa prática consiste em realizar o semeio mesmo em condições de umidade do solo longe das ideais, o que representa um sério risco, já que a semente de soja precisa absorver, no mínimo, 50% do seu peso em água para que a germinação ocorra de forma adequada.

Por outro lado, o excesso de chuvas, principalmente no final do ciclo, traz problemas sérios relacionados ao apodrecimento de grãos e germinação dentro das vagens. Sucessivos dias nublados e com alta umidade relativa do ar também afetam a produtividade, tendo em vista que ambientes úmidos representam uma condição favorável à maior pressão por doenças, especialmente a ferrugem asiática.

Passado o desafio do clima da safra 2017/2018, as atenções se voltam ao planejamento da próxima safra. Com ele vem a pergunta que vale ouro: o que vem por aí, El Niño, La Niña ou neutralidade? Ainda não temos esta resposta, mas em breve começarão as especulações. É preciso planejar o próximo ciclo agrícola e é muito importante realizar o semeio na janela ideal, evitando problemas como os observados nesta safra.

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