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Algodão: Como a tecnologia tem ajudado produtores do MATOPIBAPA

2 min de leitura

Nas regiões produtoras de algodão, a movimentação de pessoas e máquinas nas fazendas se intensifica. Chegou o momento da colheita. Hora de prensar, enfardar, embalar a fibra. É hora também de ver o resultado de todo o trabalho realizado durante […]

por Luisa Torres
15 de junho de 2022
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colheita algodão

Nas regiões produtoras de algodão, a movimentação de pessoas e máquinas nas fazendas se intensifica. Chegou o momento da colheita. Hora de prensar, enfardar, embalar a fibra. É hora também de ver o resultado de todo o trabalho realizado durante a safra através da produtividade e alto padrão do algodão colhido. Na busca pela qualidade, adotar a tecnologia é um diferencial.  

Você sabia que 62% dos cotonicultores do MATOPIBAPA utilizam as ferramentas da Syngenta Digital? 

Plantação de algodão
Algodão pronto para ser colhido

Tecnologia no Algodão  

É o caso da família Zanotto que há duas décadas ajuda a transformar Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, em um verdadeiro “mar de algodão”, como a cidade é popularmente conhecida. “Apesar de plantarmos outras culturas como a soja e o milho, o algodão já faz parte do DNA do grupo. Inclusive, temos uma usina de beneficiamento”, conta Roberto Schwartz Costa, Diretor no Grupo Zanotto. 

Entra ano e sai ano, antes de plantar, o grupo faz uma análise de mercado para poder planejar a próxima safra. A expectativa para a de 22/23, por exemplo, é de um crescimento de mais de 46% da área plantada.  Essa variação se justifica e reforça ainda a mais a necessidade de incorporar a tecnologia na operação: o algodão é uma cultura de alto valor de investimento. Tudo precisa ser muito bem planejado e monitorado. É por isso que a Zanotto resolveu dar um passo para a digitalização e levou a tecnologia da Syngenta Digital para dentro da porteira de suas fazendas. “Estamos com o Cropwise Protector desde 2020. O maior valor para nós, sem dúvida, é o georreferenciamento dos monitoramentos que traz transparência e segurança para a nossa operação”, enfatiza o diretor.  

Celular com Cropwise Protector
Exemplo dos pontos de monitoramento georreferenciados pelo Cropwise Protector

Monitoramento Digital nos algodoeiros

Até pouco tempo, o monitoramento realizado pelos técnicos era feito no papel e enviado para o Ricardo Suzuki, consultor agronômico do grupo Zanotto que no início se mostrou preocupado com a mudança. “Minha grande preocupação, quando decidiram implantar a tecnologia na fazenda, era aumentar o tempo do técnico em campo para inserir as informações no aplicativo. Mas isso não aconteceu. Está indo muito bem”, confessa Suzuki que ainda explica que o georreferenciamento tem o ajudado bastante a entender como o monitoramento tem sido feito pela equipe e se o time está seguindo a programação que foi determinada.   

Os dados coletados no campo pelos técnicos podem ser acessados pelos gestores para que possam tomar decisões com mais qualidade. “Como a gente tem necessidade das coisas muito rápidas, as decisões precisam ser precisas e isso o monitoramento nos ajuda”, acrescenta Roberto que ainda cita outros dois grandes benefícios do Protector, na visão dele: “O controle de aplicações e de estoque auxilia muito. Como tudo é lançado no sistema, todos ficam a par do que foi feito. Acredito que democratizou a informação, todo mundo agora está na mesma página. Fica mais difícil perder a mão”, diz.  

Monitoramento do algodão
Tecnologia nos algodoeiros: Mais da metade dos cotonicultores do MATOPIBAPA utilizam as ferramentas da Syngenta Digital

Relatórios 

Com Cropwise Protector, após a realização do monitoramento da equipe, a liderança das fazendas recebe por e-mail um relatório de tudo que foi feito naquele dia pelos técnicos de campo. Isso otimiza, inclusive, o tempo já que o time não precisa passar informações para o computador quando retornam ao escritório. No grupo Zanotto, Ricardo é um dos que recebe o relatório. Como visita o grupo uma vez por semana, o consultor, mesmo à distância, se atualiza antes de rodar as lavouras.  “Eu atendo outros produtores. Um dia antes da visita, olho o Protector. Facilitou meu trabalho. Já chego sabendo o que devo encontrar, qual a pressão de praga, ainda mais que os talhões são grandes”, conta o consultor.  “O Protector não substitui o trabalho de consultoria do Ricardo. Ele é um complemento e serve de alerta para identificarmos os problemas”, acrescenta Roberto.  

Próximos Passos com a tecnologia

Além do algodão, o grupo Zanotto que possui três fazendas, cultiva soja, milho e feijão, totalizando 4.200 hectares plantados. O Protector é usado para monitorar também essas culturas. Roberto explica que o próximo passo é utilizar ainda mais as opções que a solução oferece. “Queremos explorar mais as imagens para nos ajudar a analisar, a identificar e entender manchas de solo, manchas de nematoides. Começamos agora a pouco e vamos tentar, principalmente buscando um resultado prático para combater, por exemplo, a erva daninha, fazendo o uso de aplicação localizada. A ideia é começarmos a aplicar só onde há infestação. Já vimos e ouvimos casos de uma economia muito grande com defensivos”, finaliza.    

Transformação Digital no Grupo Zanotto

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