A sigatoka, provocada por um fungo, é a principal doença que afeta a banana, e uma verdadeira dor de cabeça para os produtores!
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A sigatoka, provocada por um fungo, é a principal doença que afeta a banana, e uma verdadeira dor de cabeça para os produtores! Segundo Álvaro Garcia, Coordenador de Campanhas de Marketing da Syngenta México, é comum fazer entre 35 e 55 aplicações ao longo de um ano, tentando eliminá-la.
Saiba mais sobre ela:
Condições ideais para que a sigatoka se desenvolva
Para se desenvolver, a praga requer temperaturas entre 23 e 30 graus e umidade de 80% ou mais. Garcia afirma que “essas temperaturas e umidades acabam sendo as que prevalecem nas regiões em que se produz a banana,” como o México. Por isso, sua presença é tão comum.
Assim, durante a temporada de chuvas e a estação do verão, momentos em que há mais umidade e temperaturas mais altas, há, também, mais presença da sigatoka. Mas, durante épocas secas, a doença também se apresenta e é preciso monitorá-la, para que não cause problemas.
Principais danos da sigatoka para a banana
A sigatoka provoca, nas plantas, manchas e estrias, que podem ser amareladas ou marrons. Além disso, Garcia conta que, como a doença coloniza as folhas da banana, ao lidar com a sigatoka, “temos que cortar as folhas da planta, e isso afeta o rendimento do cacho.”
Isso acontece pois, ao ter poucas folhas, a planta não se alimenta o suficiente, o que provoca cachos de pouco peso e de baixa qualidade, com frutas de tamanho pequeno. O monitoramento e o controle da sigatoka são, então, fundamentais para a produção de banana, pois, desse modo, as plantas são capazes de chegar ao momento da colheita com um maior número de folhas saudáveis.
Como é feito o controle da sigatoka
De acordo com Garcia, no México, o manejo da praga é feito, em sua maioria, com aplicações aéreas: “com aviões pequenos, basicamente utilizando produtos preventivos e curativos ou sistêmicos.”
Já em variedades de plátano, que possuem superfícies menores, as aplicações de defensivos são terrestres. No entanto, essas variedades são, também, mais resistentes à ação da sigatoka.
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