Commodities agrícolas na pandemia: a safra 2020 - Syngenta Digital
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Commodities agrícolas na pandemia: a safra 2020

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O boletim de Estimativa de Safra da Aprosoja Brasil de abril prevê que o país deve colher 120 milhões de toneladas na safra 2020, projeção inferior à de março e calculada com técnicos e sojicultores dos 16 estados produtores. Apesar […]

por Syngenta Digital
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safra 2020

O boletim de Estimativa de Safra da Aprosoja Brasil de abril prevê que o país deve colher 120 milhões de toneladas na safra 2020, projeção inferior à de março e calculada com técnicos e sojicultores dos 16 estados produtores. Apesar disso, a produção brasileira segue na liderança mundial, com 36% de toda a soja do planeta, seguida de Estados Unidos e Argentina. Juntos, os três respondem por 81% da produção da oleaginosa.

O Brasil também segue líder nas exportações, com 77 milhões de toneladas comercializadas, das quais 85% vão para a China. Os números, segundo a Aprosoja, “reforçam a importância da parceria comercial entre os dois países e mostram sinais de aquecimento do mercado de grãos em meio à pandemia”.

A partir de dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Indústria e Comércio (Secex) e da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), a entidade divulgou que o Brasil já escoou 35 milhões de toneladas neste ano. 

“Tudo indica que os problemas internos serão resolvidos, e o país tornará a importar 90 milhões de toneladas de soja em grão. Portanto, se por um lado existe uma crise ocasionada pela pandemia, por outro, a China terá papel essencial na recuperação da economia brasileira e no caso da soja, já está fazendo a diferença”, analisa o presidente da Aprosoja, Bartolomeu Braz.

Milho sofre com estiagem e pandemia

Espiga de milho

Com a significativa alta do dólar e o baixo estoque de passagem por causa da quebra de safra de verão no Sul, o Brasil já diminuiu mais de 50% da exportação neste ano. Apesar de o preço do cereal estar subindo, o país está vendendo muito menos. 

Se as condições continuarem como estão, o preço do milho deve cair. “A queda do preço do petróleo e o aumento de competidores no mercado, com outro países com estoque, os preços devem cair a patamares ruins no longo prazo. Muita gente está com produtividade guardada, e não vai ter tanta gente comprando, principalmente se a pandemia se estender”, explica o Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Strider, Paulo Vianna.

Mesmo com esse cenário, o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), do IBGE, diz que o decréscimo na primeira safra de milho corresponde a apenas 27,2% da produção. A expectativa para a segunda safra é alcançar uma produção de 70,7 milhões de toneladas.

IBGE ainda prevê recorde na safra 2020

O levantamento também revelou que a previsão de queda de 1,6% na safra de grãos de 2020, uma redução de 3,9 milhões de toneladas, não impedirá que a produção siga como recorde. A estimativa é de 245,2 milhões de toneladas, 1,5% superior à de 2019, a maior já registrada. De acordo com o IBGE, há uma previsão de elevação da segunda safra do milho em 1,8% e do arroz em 2,5%, grãos que têm grande consumo interno.

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